Bem vindos.

•Novembro 15, 2007 • 9 Comentários

 

Olá, bem vindos ao Museu de História do Pantanal.

Finalmente o Museu foi inaugurado e quem o visita se encanta, com a redescoberta da nossa identidade.

Agradeço a todos os profissionais que deram o melhor de si, para a realização deste desafio e a comunidade local, que sempre nos apoiou de forma apaixonada.

 

Esta obra,  só pode ser realizado graças a iniciativa da Fundação Barbosa Rodrigues, e dos patrocinios da Petrobrás e Votorantim ,dos apoios do IPHAN , Moinho Cultural de Corumbá , UFMS, Embrapa, a comunidade academica ,

dos vaqueiros, os arqueólogos, pescadores, antropólogos, barqueiros, ex- ferroviários , bibliotecários, os artistas,

enfim, o museu é o resultado da minha convivência com cada um.  

Assim eu conhecí a alma da cultura local, e represento aqui o resultado, livre de heróis e clichês habituais, um

surpreendente encontro com o passado, que nos forjou durante 8 mil anos. 

Assim imaginamos o futuro, e o que podemos fazer para melhora-lo.

 

Nivaldo Vitorino.

 

Contato: 55-11- 3722.1830

                 “    “   7726.0161

e.mail       niv@votupoca.art.br

 

 

Projeto Monumenta

•Outubro 13, 2007 • 3 Comentários

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Vista aérea geral

•Outubro 13, 2007 • 1 Comentário

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Vista aérea do local de impantação do Museu.

Entre o rio Paraguai e a rua do Porto há uma praça revitalizada pelo Projeto Monumenta.

Toda a área foi tombada pelo Patrimônio Histórico. Casarões de arquiteturas italianas, espanholas, portuguesas e francesas representam o ecletismo arquitetônico do fim do sc. XIX.

Esta configuração urbanistica é única no Brasil.

Vista aérea

•Outubro 13, 2007 • Deixe um comentário

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O Museu e seu entorno arquitetonico defronte a praça.

Bem vindos ao passado, quem sabe você encontrará seu futuro lá dentro.

•Outubro 9, 2007 • 1 Comentário

Projeto, construção e montagem da museografia: Estúdio Votupoca

www.votupoca.art.br

Fone: 55-11-3722-1830

Fachada do edifício Wanderley&Bais

•Outubro 6, 2007 • 1 Comentário

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A fachada do Edificio Wanderley & Bais, onde foi instalado o Museu de História do Pantanal.

Sala de exposições temporárias.

•Outubro 6, 2007 • Deixe um comentário

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Ao entrar no edifício o público conhece a sala de exposições temporárias.

Instalação As Borboletas do Pantanal.

•Outubro 6, 2007 • 12 Comentários

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A instalação Borboletas atravessa o fosso existente entre o pavimento térreo e o primeiro andar.

São 750 borboletas de laminas de silicone suspensas por fios de nylon. A instalação  8 metros de altura

e foi concebida com a artista plástica sulmatogrossensse Maria Eugenia Lima.

arco da recepção

•Outubro 6, 2007 • Deixe um comentário

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No pavimento térreo al lado da entrada da exposição permanente há

informações sobre o restauro do edifício, a exposição e os patrocinadores.

Recepção e entrada.

•Outubro 6, 2007 • Deixe um comentário

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O balcão e recepção e a direita, a entrada da exposição.

Foto: Alek Baptista

Túnel de imersão ao Pantanal.

•Outubro 6, 2007 • Deixe um comentário

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Esta instalação surpreendente submete o visitante a uma experiencia sensorial nunca vista antes.

Seu objetivo é quebrar os paradigmas anteriores para reconstruir o sujeito durante a visitação.

Foram captadas imagens do pantanal pelo olhar e camera do Rafael Isa, e as imagens foram editadas pela Andréa Pesek com paisagem sonora de Marcelo Valença, Ricardo Villas-Boas e Luis Waak.

Direção: Nivaldo Vitorino

Tunel de imersão

•Outubro 6, 2007 • Deixe um comentário

Amarelos

•Outubro 6, 2007 • 1 Comentário

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A cada mudança de angulo de visão uma nova leitura.

Imersão

•Outubro 6, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Azul

•Outubro 6, 2007 • Deixe um comentário

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Para pintar de azul eu uso os pássaros.

Manoel de Barros

Foto Alek Baptista

Fusão

•Outubro 6, 2007 • 1 Comentário

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O público torna-se parte integrante da instalação como suporte para

projeção de imagens.

Fusão

•Outubro 6, 2007 • Deixe um comentário

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o infinito e a multiplicação.

•Outubro 6, 2007 • Deixe um comentário

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As imagens se multiplicam, como a vida no Pantanal.

Marcia mergulha

•Outubro 6, 2007 • Deixe um comentário

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Foto Alek Baptista.

Sala Pantanais

•Outubro 2, 2007 • 1 Comentário

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Sala Os Pantanais, com fotografias de Haroldo Palo Jr.

Sala Pantanais

•Outubro 2, 2007 • Deixe um comentário

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Instalação cenográfica sobre o rio Taquarí.

Foto: Alek Baptista

Sala Pantanais

•Outubro 2, 2007 • Deixe um comentário

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Fotografias foto aéreas

Sala Pantanais

•Outubro 2, 2007 • Deixe um comentário

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Painel de fotografias retro-iluminadas

Sala Pantanais

•Outubro 2, 2007 • Deixe um comentário

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Aspectos geomorfológicos, flora e fauna são apresentados em um espaço

contemplativo, com paisagem sonora composta por Ricardo Villas-Boas.

Os peixes

•Outubro 2, 2007 • Deixe um comentário

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Os peixes do Pantanal são representados com desenhos naturalistas.

Foto: Alek Baptista

Peixes do Pantanal

•Outubro 2, 2007 • Deixe um comentário

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Autor dos desenhos: Alvaro Evandro Xavier Nunes

Foto: Alek Baptista.

Vista lateral direita

•Outubro 2, 2007 • Deixe um comentário

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Foto Alek Baptista

Interatividade expontânea

•Outubro 2, 2007 • Deixe um comentário

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As crianças, expontâneamente sentaram em volta das foto-aéreas expostas sobre um piso de tapete 6mm cor verde musgo.

Deram se as mãos…

Foto: Generson

mandala para o meio ambiente

•Outubro 2, 2007 • Deixe um comentário

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Curiosamente começaram a interagir com as imagens.

A fotografia se encarrega de contar este momento.

Foto: Generson

Elevador e escadaria.

•Outubro 2, 2007 • Deixe um comentário

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Ao sair da Sala dos Pantanais o visitante sobe para o pavimento 2.

Projeção

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Silvio Andrade

Sitio Arqueológico

•Outubro 1, 2007 • 1 Comentário

Antes de entrar no setor de arqueologia o público conhece uma reprodução

de um sítio arqueológico.

Foto: Divulgação

O arqueólogo saiu e volta já…

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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O espaço sugere a presença do arqueólogo com seus instrumentos de trabalho. A esquerda vê-se  uma régua estratigráfica para explicar que quanto mais profundo, mais antigo.

Foto: Alek Baptista

Teste de carbono

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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Os vestígios da presença humana são denunciados pela presença da fogueira. O teste de carbono é feito no carvão da fogueira, para saber a datação.

Foto: Alek Baptista

Encantamento

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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A magia da descoberta.

Foto: Generson

Xarayés

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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Imagens dos indios Xarayés surgem projetadas no lado externo da sala

de projeção.

India Parecí

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

Foto Expedição Rondon

Indio Kadweu

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

Video-Instalação de Andréa Pesek e Marcelo Valença.

trilha sonora: Luiz Waak

India Chamacoco

•Outubro 1, 2007 • 1 Comentário

Encontro de Civilizaçòes

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

Conquistadores Espanhois encontram os indios Xarayes

Sala Encontro de Civilizações

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

Entre as salas expositivas de Arqueologia e Conquista Espanhola o público passa por uma sla revestida com cortinas de silicone. Um projetor dispara imagens de video arte sobre uma tela.

Foto: Silvio Andrade

Pinturas rupestres

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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Os exemplos de pintura rupestres representados são encontrados nas cavernas

em várias regiões do Pantanal.

Foto: NV

Pintura Rupestre

•Outubro 1, 2007 • 1 Comentário

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Painél 3,00 x 3,00 representa alguns sitios arqueologicos com pinturas rupestres no Estado do Mato Grosso do Sul.

Esta representação encontra-se no espaço da exposição de arqueologia.

Arte: Ana Luiza  Andrade

Foto: Alek Baptista

Detalhe

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Detalhe

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Detalhe

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Detalhe

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Detalhe

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Detalhe

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Detalhe

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Petroglifos

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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Reprodução de gravuras em baixo relevo. Estas inscrições encontram-se

em lagedos ao redor de Corumbá. Sua interpretação é um enigma. São

representações feitas pelos caçadores-coletores que habitaram a região há 8000 anos.

Foto: Silvio Andrade

Interatividade low tech

•Outubro 1, 2007 • Deixe um comentário

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As crianças do Moinho Cultural interagem com a escultura em baixo relevo.

Foto: Generson

Exposição de Arqueologia

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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Sinais de um passado remoto são apresentados ao público pela primeira vez no Pantanal.

Este acervo foi cedido pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.

O artista plástico colombiano Santiago Plata fez o baixo relevo em concreto das inscrições em petroglifos.

Foto: Silvio Andrade

Objetos Líticos.

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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Vitrine de exposição de material lítico.

Acervo: UFMS de Campo Grande.

Coletor: Prof. Gilson Martins

Foto: Alek Baptista.

O passado remoto.

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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A exposição de arqueologia teve curadoria dos arqueólogos Gilson Martins e Luiz Peixoto da UFMS.

Foto: Alek Baptista.

Idade da pedra lascada.

•Setembro 29, 2007 • 15 Comentários

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Foto: NV

Esta ponta de flexa foi esculpida na idade da pedra lascada.

idade da pedra polida

•Setembro 29, 2007 • 2 Comentários

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Foto: NV

Machados da era da pedra polida são encontrados nas fazendas pantaneiras.

Arqueologia, cacos e tradições

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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A exposição apresenta exemplos de artefatos líticos, cerâmicas das tradições Pantanal, Campos de Xerez, Descalvado e Guarani, além de fósseis da mega fauna.

Foto: Alek Baptista

cacos

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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Cacos,  fragmentos e sinais de antigas povoações denunciam a presença de uma civilização complexa há 2000 anos AP (antes do presente)

Foto: NV

Fragmentos

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: NV

Cerâmica de Tradição Descalvado.

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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Cerâmica de tradição Descalvado.

Arqueólogos coletores: Gilson Martins e Emília Kashimoto

Foto: NV

Vista parcial da exposição de arqueologia

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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Vista geral da exposição de Arqueologia. Acervo UFMS de Corumbá e Campo Grande.

Foto: Alek Baptista

Cerâmica de Tradição Pantanal

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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Acervo: UFMS de Corumbá.

Arqueólogo coletor: Prof. Luiz Peixoto

Foto: Alek Baptista.

Exposição de fragmentos de cerâmica

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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Os fragmentos de cerâmica de Tradição Pantanal foram encontradas na Lagoa do Jacadigo pelo Prof. Peixoto da UFMS de Corumbá.

Foto: Alek Baptista

Secção dos fragmentos.

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Fósseis Mega Fauna

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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Fóssil de uma cabeça de cavalo pré histórico.

Acervo: Sindicato Rural de Corumbá MS

Foto: Silvio Andrade

Equus Van Donis.

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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Este fóssil de cavalo da mega fauna foi encontrado no rio Paraguai por um pescador.

Intrigados, ele e seu amigo Gabriel Van Donis enviaram ao Museu Nacional de História Natural RJ.

Foi datado com 18.000 anos.

Esta réplica pertence ao Sindicato Rural de Corumbá.

Foto: Silvio Andrade.

Peça rara.

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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Suporte para uma peça rara, trata-se de uma escultura de uma representação feminina, encontrada

na Fazenda Descalvado, no norte do Pantanal, pelos arqueólogos Gilson Martins e Emília Kashimoto.

Foto: Alek Baptista.

Venus Pantaneira

•Setembro 29, 2007 • Deixe um comentário

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Foi batizada pelos arqueólogos que a encontraram como nome de Vênus Pantaneira.

Foto: NV

Módulos Expositores

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Kaísa encontra a Corumbela.

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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Kaísa aprende que o lugar em que vive, habitou o fóssil de vida animal mais antigo do planeta.

Foto: Generson

Lupa

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Corumbela

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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O fóssil Corumbela é encontrado na região de Corumbá.

tem 560 milhões de idade e é considerado um dos mais antigos registros

de vida animal no planeta.

Foto: NV

Sinais de extermínio

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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As flechas que aparecem em sombras , são de nações indígenas extintas.

O Mapa etno-histórico do Kurt Nimuendaju ilustra as populações indígenas no Brasil em 1944.

Foto: Alek Baptista

Encontro de civilizações

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

Sala Encontro de civilizações

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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O vídeo se passa dentro desta sala.

Foto: Silvio Andrade.

O espanto

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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A menina Kaísa, e o espanto com a descoberta dos primeiros encontros entre nativos e europeus no Pantanal do sec. XVI.

Foto: Generson

Primeiros cronistas.

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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 Os primeiros cronistas a escreverem sobre o Pantanal foram, Henrich Schmidl, Cabeza y Vaca e Diaz de Guzman.

Os relatos de Schmidl foram impressos pela primeira vez em 1567, em Frankfurt – Alemanha, integrando uma coletânea sobre as fantásticas viagens realizadas à América do Sul. Seu texto, escrito com invejável bom humor, falava sobre este universo de aventuras e conquistas, num mundo onde se deparou com antropofagia, sedução e fábulas maravilhosas.

Textos: Maria de Fátima Costa.

         do livro VIAGEM A UM PAÍS INEXISTENTE.

         Ed. Estação Liberdade / Kosmos

Foto: Silvio Andrade.

A presença espanhola.

•Setembro 28, 2007 • 1 Comentário

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“As mulheres são bonitas a sua maneira e andam completamente nuas.Pecam se for o caso [...]Estas mulheres são muito formosas, grandes amantes, afetuosas e de corpo ardente, em minha opinião”.

Henrich Schmidl

Foto: Alek Baptista

Conquista espanhola

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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Conquista espanhola com Juan de Solis, Pedro de Mendoza, Caboto, Juan de Ayolas e Irala.

Foto: Silvio Andrade

Laguna de Xaraés

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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A América colonial.

Foto: Generson

Missões

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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Maquete das Missões Jesuitas do Itatim.

Foto: Alek Baptista

Maquete

•Setembro 28, 2007 • 1 Comentário

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Foto: Alek Baptista

Missões Jesuitas

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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Arte: Ruben Dario e Gena.

Foto: Alek Baptista

Igreja

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Vila das Missões

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Misões

•Setembro 28, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Conquista portuguesa e os bandeirantes.

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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A Conquista Portuguesa.

Foto: Silvio Andrade

Cartografias

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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O mito da Ilha Brasil.

Foto: Silvio Andrade

Os Bandeirantes chegam ao Pantanal.

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Esta canoa, chamada de batelão, foi encontrada na Fazenda Castelo, propriedade do Dr. Cleto Leite de Barros.

Foto: Alek Baptista.

Ataque as missões jesuitas.

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Atravessaram o sertão acompanhados dos indios Tupí, em busca de indios

para a lavoura de São Paulo. Encontraram Missões Jesuitas espanholas com os catequisados

Guaraní. Atacaram e destruiram as Missões do Itatim, expulsando os espanhois. O Tratado de

Tordesilhas foi rompido neste momento.

Pintura: Filipeli

Foto: Silvio Andrade

Serra dos Martírios.

•Setembro 27, 2007 • 1 Comentário

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O bandeirante Manoel de Campos e seu filho façanhudo Pai Pyrá .

Pintura histórica: Felipeli

Foto: NV

Ouro

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Pasqual Moreira Cabral descobre ouro em 08 de abril de 1719,  assinou a ata de fundação de Cuiabá num local conhecido como Forquilha. Em 1º de janeiro de 1727, Cuiabá é elevada à vila passando a se chamar Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá e elevada à cidade em 17 de setembro de 1818 tornando-se capital do estado em 28 de agosto de 1835..

Travessia da vau

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Travessia da vau de Camapuã.

No parque do Ibirapuera em São Paulo há uma escultura do Brecheret que

retrata esta travessia.

Maquete do Forte Coimbra

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Maquete do Forte Coimbra.

Gena e Ruben Dario passaram 15 dias no Forte Coimbra, a 250 km do rio Paraguai abaixo, para capturar medidas e vivenciar a relação com seus ocupantes e suas histórias.

Esta maquete foi modelada em argila e cozida em forno caseiro.

Travessia

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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As monções adentraram pelo rio Paraguai no caminho de Cuiabá.

Payaguás e Guaicurus

•Setembro 27, 2007 • 1 Comentário

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O Grande Flagelo era encontrar os Payaguas e os Guaicurus.

Tratados

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Tordesilhas, Tratados de Madri e Santo Idelfonso.

Explica porque o Brasil tem esta configuração, com cartografias e manuscritos.

Fortes e Cidades

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Alek Baptista

Rolim de Moura o conde de Azambuja funda a Vila Bela. Depois chegou o Luis Albuquerque Pereira e Cáceres, que após 17 anos

na região, fundou cidades, fortes e conquistou a região do Pantanal e Amazônia para a Coroa Portuguesa, sem disparar um tiro de canhão.

Foto Alek Baptista

Cidades

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Corumbá, Cáceres, Albuquerque e Miranda foram fundadas por ordem de Luiz Albuquerque Pereira e Cáceres no final dos anos setecentos.

Foto: Alek Baptista.

Expedições Científicas

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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A Viagem Filosófica de Alexandre Rodrigues, Expedição Langsdorf, Augusto Leverger e outros que adentraram pelos pantanais.

Foto: NV

A Revelação.

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Uma visão reveladora espanta as bailarinas do Moinho Cultural.

Revelação

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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 Kaísa e suas amigas se encantam com a revelação.

Foto: Generson

Indios Bororo

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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5 esculturas em escala real, representam uma cena Bororo.

Foto: Alek Baptista

Pintura corporal Bororo.

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Gabriela Ferrite

Um casal bororo.

•Setembro 27, 2007 • 1 Comentário

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Pintura do fundo: Filipeli.

Foto: Gabriela Ferrite

Caçador

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Escultura de Alejandra Conte.

A pintura corporal foi feita por Agostinho Eibajiwu e Leonida Akiri Ekureudo, da etnia bororo, acompanhados pela antropóloga Aivone Carvalho do Museu Meruri. MT.

Foto: Gabriela Ferrite

Caçador

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: Gabriela Ferrite

Olhar sobre os Bororo.

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Diorama de uma cena da vida dos indios Bororo na visão dos artistas viajantes do sec. XIX.

Foto: Silvio Andrade

Textos

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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No canto esquerdo há informações sobre a cultura Bororo e o processo para a

montagem da instalação cenográfica.

Foto: Alek Baptista

Trem do Pantanal

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Pausa cronológica.

Espaço para o Trem do Pantanal.

Foto Alek Baptista

Comissão Mista.

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Neste lugar funcionou a Comissão Mista de Demarcações Brasil-Bolovia.

Aqui conta-se sobre ela.

Foto: Silvio Andrade

Comissão Mista

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Pausa cronológica. Neste lugar há um painel de 1947 sobre a ferrovia que foi restaurado. Portanto, foi necessário contar aqui a história da Ferrovia Noroeste. Ela foi desativada em 1997, e foi um corte no nervo social da comunidade. Os ex-ferroviários quando entram neste espaço ficam emocionados e contam histórias comoventes.

Foto: NV

Janelas do tempo.

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Exposição de fotografias nas janelas.

Fotos de Manoel Valença e Nivaldo Vitorino.

Foto: NV

Porto Esperança.

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Movel expositor de documentos da ferrovia.

Foto: Silvio Andrade.

Painel restaurado

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Esta pintura é datada de 1947. Foi restaurada pela Perla Jansen.

Foto: Silvio Andrade.

Comissão Mista.

•Setembro 27, 2007 • Deixe um comentário

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Movel expositor de objetos e documentos da Comissão Mista de Construção

da Estrada de Ferro Brasil-Bolívia.

O escritório da Comissão era neste lugar do edifício, e o painél da parede foi desenhado em

1941 e restaurado pela Perla Jansen.

Foto: NV

Acesso ao terceiro pavimento

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Foto: NV

Primeiras fazendas.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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As primeiras fazendas no Pantanal.

A História do Barão de Vila Maria, o menino diabo.

Foto: NV

Primeiras Fazendas e antecedentes da guerra.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Antecedentes da Guerra.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Solano López assume o poder no Paraguai .

Foto: Silvio Andrade.

A provincia do Mato Grosso é invadida.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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A invasão paraguaia. Forte Coimbra atacado a anexação de terras sul matogrossenses pelos paraguaios em dezembro de 1864.

Foto: NV

A Força Expedicionária do Mato Grosso.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Para a defesa de terras pantaneiras foi organizado uma força expedicionária comandada

pelo Coronel Camisão. Seu objetivo era expulsar os paraguaios que invadiram o sul do Pantanal

e levar a guerra para dentro do território inimigo.

Foto: NV

A retirada.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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A Força Expedicionária do Mato-Grosso entrou no Paraguai com pouca resistência dos paraguaios. Mas

ao adentrar em solo paraguaio, não recebeu mantimentos e munição do Governo Imperial, pois o pantanal estava alagado. Enfrentaram a fome e se retiraram de volta a Nioaque.

Foto: NV

A Retirada da Laguna.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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A expedição caminhou a  passos penosos, metade da tropa foi atacado pelo cólera, e morriam

diariamente dezenas de soldados, oficiais e civís que os acompanhavam.

Um episódio dramático na história. O tenente Alfredo Taunay acompanhou a expedição e escreveu

sobre ela o famoso épico A Retirada da Laguna.

Guia Lopez

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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“Passando pelos postos avançados soubera o nosso guia da grande notícia. Vinha pálido, lacrimejante, em direção ao filho que, respeitosamente, o esperava, descoberto. Não descavalgou; estendeu a mão trêmula ao filho, que a beijou; depois o velho guia deu-lhe a benção e passou sem proferir palavra.Foi uma cena patriarcal, e como seja o coração humano sempre sensível aos grandes lances, atônitos, olhávamos uns para os outros, como a indagar se não seria fraqueza entre soldados nem sempre poder conter as lágrimas.”Taunay. “A Retirada da Laguna”

Foto: NV

Frei Mariano

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Frei Mariano é acolhido após ser libertado pelos soldados brasileiros.

A vivandeira marcha com a tropa

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Era normal encontrar mulheres e crianças acompanhando as tropas.

Eram chamadas de vivandeiras.

Sofreram e morreram com seus homens.

A vivandeira e a enfermeira

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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O soldado- escravo,  Sebastião  a defendeu a vivandeira de dois paraguaios, mas na luta foi ferido gravemente.

Ela chamou uma enfermeira, e depois cuidou dele.

Casaram-se após o fim do conflito.

A tropa na retaguarda.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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A tropa da retaguarda defendia os soldados e as mulheres em retirada.

Combate

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Os soldados brasileiros lutavam para se proteger em combate corpo a corpo.

Ataque

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Derrepente surgiam as forças paraguaias atacando a expedição em retirada.

Cavalaria paraguaia.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Os   paraguaios  investiram em cargas rápidas de cavalaria. Desaparecendo em seguida entre os bosques

de Bela Vista.

Batalha de Nhandepá

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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“Quanta idéia lúgubre evoca um campo de batalha!” “Sobretudo nestas solidões imensas, onde o próprio gênio do mal parecia ter penosamente convocado e reunido alguns milhares de homens para que mutuamente se exterminassem, como se terra lhes faltara para viverem em paz do fruto do seu labor.”Tenente Alfredo Taunay. 

Foto: Silvio Andrade.

Fim da Guerra.

•Setembro 25, 2007 • 1 Comentário

Retomada de Corumbá e o fim da guerra com o Paraguai.

Foto: NV

Terra do Nheco, a Nhecolandia.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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A saga do Nheco.

Foto: Alek Baptista

Telégrafo.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Espaço Marechal Rondon, mostra o telégrafo e a Comissão Rondon.

Foto: NV

Comissão Rondon.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Exposição de fotografias sobre a Comissão Rondon.

Foto: NV

Comissão Rondon

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

 “para homens como Rondon nãoCurupira que sobre ele consiga soprar as neblinas do esquecimento”. Diaí Nambikuára Foto: NV

Porto da Manga.

•Setembro 25, 2007 • 1 Comentário

Maquete do escritório do telégrafo no Porto da Manga.

Foto: NV

Porto de Corumbá.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Os vapores, após vencerem distâncias oceânicas, chegavam tremulando bandeiras estrangeiras e ao atracarem no porto, eram recebidos com hospitalidade e alegria pelos comerciantes. À noite, os lampiões iluminavam histórias fabulosas contadas pelos marinheiros.

Movel expositor do Porto de Corumbá.

Foto: Alek Baptista

Imigração.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Esta vitrine representa a chegada dos imigrantes no inicio do sec. XX.

Escultura

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Escultura .

Origem : França 1895

Acervo: Morocha

Vitrine

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Fotografias, convites de casamento e batizado, objetos e documentos.

Acervo cedido pela comunidade.

Prato de porcelana.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Prato de porcelana.

Origem: Alemanha 1905

Acervo: Morocha

Imigração

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Italianos, portugueses, espanhois, paraguaios, franceses, alemães e bolivianos

chegam pelo rio Paraguai no início do séc. XX

Textos: Augusto Cézar Proença

Foto: Alek Baptista

Ladrilho Hidráulico

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Ladrilho Hidráulico e Album Gráfico.

Foto: Alek Baptista

Pecuária no séc. XX

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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A Pecuária e o Ethos Pantaneiro

Fazendas

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Exposição de fotografias de fazendas do fotógrafo Luiz Alfredo Marques Magalhães.

Foto: Alek Baptista

Sala olhares sobre o Pantanal

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

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Foto Alek Baptista

Acessoa a sala Olhares sobre o Pantanal.

Guido Boggiani.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Guido Boggiani foi um aventureiro que passou pelo Pantanal em 1895. Registrou

em seu diário de viagem, obeservações sobre a cultura  da etnia Kadiweu com memórias, desenhos e fotografias.

Neste móvel, há reproduções de páginas do diário do acervo do antropólogo e colecionador, Alain Moreau.

O diário foi publicado na Europa no início do sec. XX e despertou a atenção de Levi Strauss, que veio ao Pantanal em 1930, em busca dos caminhos trilhados por Guido Boggiani. Desta viagem, Strauss escreveu Tristes Trópicos, considerado um marco da antropologia estruturalista.

Móvel expositor de desenhos e manuscritos de Guido Boggiani.

Foto: NV

Fotos e postais.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Fotografias e postais da coleção de Alain Moreau.

Foto: NV

Fotografias

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Na área posterior do móvel, exposição de fotografias e cartões postais

de 1896 a 1905 de Boggiani. Uma película impressa sobre vidro, com desenho

do artista.

Aline encontra Guido Boggiani

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Aline aprecia a obra de Guido Boggiani.

Hércules Florence.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Movel expositor com desenhos de Hercules Florence.

Em sua pasagem pelo Pantanal em 1827 registrou a paisagem e os tipos humanos

que povoaram a região. É considerado hoje na França, o pai da fotografia.

Exposição de fotografias.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Exposição de fotografias. O olhar de Silvia Almeida sobre o Pantanal.

Foto: Silvio Andrade.

Fotografia de Silvia Almeida

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Silvia Almeida é uma fotógrafa nascida em Corumbá. Seu trabalho revela seu olhar

sobre o homem e o ambiente em que vive.

Nesta fotografia o retrato de uma comitiva de bois comandada pelo vaqueiro pantaneiro.

Foto: Silvio Andrade. 

Alma pantaneira.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

A exposição de fotografias se encerra com a janela da alma pantaneira.

Foto : NV

Tradição oral de contar histórias.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Nesta sala, há projeção de depoimentos peculiares contadas

por moradores de Corumbá. São lendas, histórias pessoais e fatos engraçados.

Os depoentes se fundem entre uma história e outra.

Neste caso a bela Joyce conta sua aventura no rio Negrinho.

Sala de imersão às águas.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Esta é a última sala de visitação ao Museu.

É um espaço convidativo a reflexão, e para uma pausa  antes da saída do edifício.

As imagens foram captadas por Gabriela Ferrite em uma expedição a serra do Amolar,

e foram editadas como video arte pela artista multimídia Andréa Pesek.

Um projetor de vídeo fixo no teto, projeta imagens lúdicas sobre as texturas

visuais das águas do Pantanal.

A música.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

A paisagem sonora composta pelo músico Ricardo Villas-Boas estimula

uma imersão a reflexão sobre tudo o que foi visto no Museu.

Instalação video arte

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Encerramento da visita ao Museu.

•Setembro 25, 2007 • Deixe um comentário

Assim o público encerra a visitação ao Museu.

Ficha Técnica

•Setembro 22, 2007 • 2 Comentários

Ficha Técnica

 Projeto Conceitual:  Prof. Dr. Carlos Etchevarne

 Projeto Museográfico: Nivaldo Vitorino  Arquiteto 

 Produção, Construção e Montagem: Estúdio de Arte Votupoca.

 Direção: Ricardo Alcarpe Arquiteto

 Detalhamento de mobiliário e  montagem: Ana Paula Badari Arquiteta   

Comunicação Visual: Rogerio Trezza

Assistente: Tauana Fernandes 

 Arquiteto-Cenógrafo assistente: Dhiego Arruda 

Produtora assistente: Mariana Rodrigues.

 Consultoria: Cíntia Padovan e Ana Lúcia Guimarães 

Administracão: Giovani Pazzeti. 

Logística: Flavia Flores  

Consultor de História:  Prof. Dr. Gilson Rodolfo Martins- UFMS.

 Revisão de textos:  Marilia Adamy

 Tradução:  Rosangela Dantas e Marco Aurélio Lagonegro.

 Produção de Imagens: Maria Angelica Martins, Daniela Santili, Inaê Coutinho e Helena Musa

  Trilha sonora: Luis Waak Marcelo Valença Ricardo Villas-Boas e Wilson Skorsk

 Impressões Gráficas: Insign Publicidade

 Video arte: Andrea Pesek e Marcelo Valença.

 Video Águas do Pantanal: Gabriela Ferrite. 

Vídeo Ferrovia e Depoimentos de Tradição Oral: Screen Vídeo 

Direção de Vídeo: Manoel Valença

 Câmera: Rafael Isa 

Edição: Hugo Cuccurullo 

Instalação Túnel de Imersão: Rachel Rosalen 

 Poemas do túnel  de Imersão: Manoel de Barros.

 Exposição de fotografias da sala “Os Pantanais”: Haroldo Palo Jr. 

 Poema “O rio taquarí da minha infância”: Augusto Cezar Proença. 

Conteúdo da sala “Os Pantanais”: EMBRAPA

 Exposição de fotografias “Ferrovia”: Rachid Waked 

Exposição de fotografias “Olhares sobre o Pantanal”: Silvia Almeida 

Produção de acervo: Gabriela Ferrite

 Projeto de restauro do edifício:  Lauzie Xavier . 

Projeto de iluminação:  Álvaro Candelário.

 Montagem de luz:  Carlos Alberto Godtsfriedt e Sergio de Moraes. 

Eletricista: Francisco Pontes.

 Pinturas Históricas: Filipeli. 

Pintura rupestre: Ana Maria Martins.

Esculturas: Alejandra Conte. 

Direção Cenotécnica: Fabio Soares. 

Cenotécnicos: Francisco Soares Jr, Marcio Brito.

 Replica de Capacete: Beto de Souza.

 Artistas Convidados: Jorapimo Maria Eugenia LimaMarlene MourãoRuben Dario Santiago Plata 

Pinturas corporais indígenas: Agostinho Eibajiwu e Leonida Akiri Ekuredo

 Maquete Forte Coimbra: GenaRuben Dario

 Maquete Missões: Rubem Dario 

Restauro:  Perla Jansen. 

Reforma do edifício: Marco Arquitetura. 

Patrocínio: Petrobras e Votorantin

Gestão do Museu: Fundação Barbosa Rodrigues

 Apoios:

Angelo Rabelo, Moinho Cultural, IPHAN, Instituto do Homem Pantaneiro, Embrapa, ILA, Prefeitura Municipal de Corumbá, Secretaria de Cultura de Corumbá, UFMS, Museu Don Bosco, Hotel Nacional de Corumbá, Restaurantes Avalon e Rodeio de Corumbá, Fundação da Cultura do Pantanal, Museu da Ferrovia de Bauru, Museu Histórico Nacional (RJ) , Maria del Pilar Sacristán Martin, Hotel Vale Verde de Campo Grande MS, Barracão do Porto   

Amigos do Museu.

Dr. Cleto Leite de Barros.Alain Moreau, Adriana Florence, Aivone Carvalho, Carlos Fernando Delphin, Margareth Escobar, Cristhiane Amancio, Maria Eugenia Lima, Carol Santoro, Lídia Aguilar Leite, Rosangela Bandeira, Haroldo Palo Jr, Jorapimo, Augusto Cezar Proença, Giovanna de Toni, Marcia Rolon, Comunidade Aldeia Bororo de Meruri, Rubens Souza, José Marcos Fonseca, Ana Paula Gumy, Juliana Avellar, Leonardo Hasenclever, Armando Lacerda, Sandrinha e Ivana, Josi Guerra Niz, Satyros Maria Coelho,  Dona Izulina, Zé Leôncio e Lú,  Dona Neuza, Cacá de Souza,  Clara Lito, Nancy Lacerda, Morocha, Aline Vernochi, Ninito Aguilar, Roseli Covo Araújo, Margareth da Conceição, Augusta Samanieiro, Joyce Santana, Bianca Machado,Geraldo Albaneze, Buga Peralta, Marcello Rios, Nanci Lacerda,Zélinho e Candelária, Jorge, Arí.

MUSEU DE HISTÓRIA DO PANTANAL

•Abril 9, 2007 • 1 Comentário

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A travessia começou em abril do ano passado, e no caminho encontrei pessoas muito interessantes,que se multiplicavam a medida que o conhecimento e o projeto cresciam. Convivi e entrevistei arqueólogos, pescadores, paleontólogos, vaqueiros, geógrafos, cabo, sargento, general , museologos,vaqueiros, arquitetos, patrimônio histórico, paraguaios, fazendeiros pantaneiros, escultores, cineasta bororo, estudante terena, cacique guató, barqueiros,amigos do Rio e Janeiro e São Paulo,  antropólogos, cineastas, fotografos, secretários de cultura, diretores de museus do Rio de Janeiro, cenotécnicos caprichosos, artistas de teatro, poetas e escritores, bibliotecários, os guerreiros de Shambala do IPHAM, EMPRAPA e Moinho Cultural e o cavaleiro  cadiveo Alain Moreau, que com nobreza tem nos ajudado.

Viajo constantemente ao pantanal em virtude desta tarefa. Meus olhos viram paisagens impossíveis de narrar de tal grau de beleza.

A paisagem  se transforma  em todas as estações. Presenciei o amanhecer do dia em lagoas e campos. Foi emocionante esta experiência. Vi surgir os primeiros pássaros , os sons dos animais passando distraídos ao meu lado. Me  senti invisível a testemunhar a Gênese que ocorre a cada manhã.

É a vida renascendo todos os dias. É assim.

De suas vastas planícies alagadas ouvi ecos de civilizações extintas, cheiro de culturas vivas ou mortas.

Nuvens absolutas e árvores soberbas.

Ouvi histórias peculiares e lendas de tradição oral dos ribeirinhos e revelações surpreendentes de historiadores. Material explosivo.

Histórias de acordar agoras, para reconhecer nossa identidade.

Valiosa colaboração e incentivos do Coronel Angelo Rabelo que há quatro anos atrás me falou de seu  sonho de construir este Museu.  

Encontro ainda pessoas apaixonadas por museus e história e a estes e aos amigos desejo compartilhar esta travessia.

Ao entrar no passado quem sabe não encontraremos nosso futuro. 

Nivaldo Vitorino

As crianças do Moinho se dirigem ao Museu.

•Abril 4, 2007 • 1 Comentário

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Um ano e meio depois o Museu está pronto para receber seus primeiros visitantes, as crianças do Moinho.

Eles  aprendem ballet e estudam música clássica na ONG Moinho Cultural e pelo Instituto do Homem Pantaneiro nas imediações do Museu.  São filhos de populações de ribeirinhos que moram as margens do Rio Paraguai em Corumbá. 

Foto: Generson

Bem vindos

•Março 28, 2007 • 3 Comentários

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Recebi-os com muito prazer.

Chegou o grande momento, a teoria posta na prática.

Em minhas estadas na região, percebí que os descendentes das populações  indígenas

ficam constrangidos  em revelar sua origem. Creio que ficam com receio de sofrer piadas e

sente-se inferiorizadas.

Mostrar a história dos nativos  foi tratado com muito carinho e respeito. Pretendí mostrar a importancia da comunidadde indígena, sem panfletos ou sensacionalismo, mas com informações reveladoras da sua identidade e  da sua poética.

O Brasil precisa se encontrar no Brasil.

Foto: Generson

O encontro com a identidade.

•Março 19, 2007 • 2 Comentários

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Paisagem de fundo e identidade.

Foto: Generson.

Ver-se

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Encontrar consigo mesmo no processo histórico. Somos parte da mesma história.

Foto: Generson

Exposição de desenhos e manuscritos.

•Março 19, 2007 • 1 Comentário

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Neste móvel, é apresentado desenhos e manuscritos do viajante aventureiro Guido Boggiani, que esteve entre os indios Kadiwel em 1895.

A menina Kaísa olha a reprodução com a sua estima elevada. 

Foto Generson.

O Manuscrito.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Em uma das páginas do manuscrito há um registro musical de cantos dos Kadiweu.

A leitura musical.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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A menina Kaísa leu as partituras do manuscrito e começou a tocar no móvel com seus delicados dedos de pianista.

Foto: Generson.

O encanto com a sua identidade.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Não saberei descrever o que elas sentiam, talvez a descoberta de sí mesmo produza um estado de encanto natural. Uma descoberta nova, uma surpresa boa. Este acontecimento compensou todos os sacrifícios que encontramos para a construção desta obra.

Dedico este blog a toda a equipe participante da construção museográfica do  Museu de História do Pantanal, que se dedicaram a fazer um museu original, com uma  linguagem poética e universal e poética, que encanta adultos e crianças em um espaço sagrado, o lugar onde encontramos nossa identidade e memória.

Descobrir a história da região, que é o centro da América Latina, foi descobrir a nossa história, pessoal e coletiva.  O Museu convida a  reencontrarmos nossa história essencial em um passeio surpreendente.

Nivaldo Vitorino. 

Projeto Museográfico.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

Os desenhos a seguir são partes do projeto do museu.

Sala os Pantanais.

•Março 19, 2007 • 1 Comentário

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A direita o móvel apresentando a geomorfologia da região segundo

a EMBRAPA.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Painél de fotografias retroiluminadas apresentando as principais

regiões do Pantanal.

Autor das fotografias Haroldo Palo Jr.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Painél com gravura de registros de petroglifos.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Nações indígenas no momento do primeiro contato

com os europeus.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Exposição de arqueologia.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Móvel expositor da Venus Pantaneira.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Venus Pantaneira. 

Escultura de tradição Descalvado com datação de 2000 AP.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Exposição de arqueologia.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Móvel interativo com relevo de petroglifos.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Imagens de animação gráfica projetadas sobre espaço

3.00 x 4,00m fechado por cortina de tiras de pvc translúcido.

Representa a fricção inter-étnica entre o nativo e o conquistador.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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vista do interior do espaço.

Projeção de video sobre a cortina.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Após atravessar as cortinas o visitante entra no espaço Conquista Espanhola.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Neste espaço os primeiros conquistadores que chegaram ao Pantanal.

A história do navegador Juan de Solis e do Aleixo Garcia.

Primeiro Europeu a chegar no Pantanal pelo caminho do Peaberú.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Conquista espanhola.

Os primeiros europeus e suas impressões sobre as regiões.

Cronicas de Schimdl, Cabeza y Vaca e Gusman.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Espaço para Santiago de Xerez e missões jesuíticas.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Maquete de Santiago de Xerez.

Primeira cidade do Pantanal fundada por Gusman e destruida pelos Bandeirantes.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Os temíveis irmãos Leme.

Carvão sobre tela.

Filipeli.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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espaço para os Bandeirantes.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Este móvel painél contará a epopeia das Monções.

•Março 19, 2007 • Deixe um comentário

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Travessia das Monções.

óleo sobre tela.

Filipeli.